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O Prémio Escolar Editora de Ciências Sociais é anual e atribuído mediante concurso. O Prémio Escolar Editora de Ciências Sociais tem como objectivo a promoção e o aprofundamento da pesquisa nas Ciências Sociais em toda a comunidade... more
O Prémio Escolar Editora de Ciências Sociais é anual e atribuído mediante concurso.

O Prémio Escolar Editora de Ciências Sociais tem como objectivo a promoção e o aprofundamento da pesquisa nas Ciências Sociais em toda a comunidade académica mundial falante de português, através da premiação de trabalhos de elevada qualidade científica que contribuam, de forma decisiva e criadora, para a melhoria das condições de vida e convívio dos seres humanos.
Coleção internacional surgida em 2013
http://escolareditora.com/store/highlights
Research Interests:
A coleção CADERNOS DE CIÊNCIAS SOCIAIS pretende dar respostas a perguntas simples sobre temas complexos da vida social, com textos combinando simplicidade e rigor de autores de vários quadrantes do imenso mundo falante de português.
« Carlos Serra s’est toujours intéressé l’analyse scientifique de la vie des Mozambicains et aussi aux événements politiques qui ont marqué les périodes les plus récentes de l’histoire du Mozambique. Avec des études des cas qui couvrent... more
« Carlos Serra s’est toujours intéressé l’analyse scientifique de la vie des Mozambicains et aussi aux événements politiques qui ont marqué les périodes les plus récentes de l’histoire du Mozambique. Avec des études des cas qui couvrent les trois plus grandes villes du Mozambique (Nampula, Beira et Maputo), Carlos Serra essaie de comprendre et d’interpréter le comportement social d’un groupe qui lutte pour garantir sa survie quotidienne. L’analyse faite par l’auteur met le doigt dans la blessure des différentes composantes de la société, qui représentent les formes les plus profondes de l’exclusion sociale, marquées par l’humiliation extrême et la perte de la dignité humaine, principalement quand il aborde les questions concernant les hôpitaux psychiatriques, les dépôts des ordures et les mendiants. En même temps, l’auteur cherche à montrer comment quelques acteurs sociaux fournissent à travers les forces occultes une réponse à ces problèmes afin de soulager en quelque sorte la douleur de l’exclusion. »
Teresa Cruz e Silva, Centre d’études africaines, Université Eduardo Mondlane, Maputo
Prefácio Como é que lidamos com um mundo em rápida mudança que aparentemente só as nossas vidas? Frequentemente culpamos o “outro” ou o “estrangeiro”. Carlos Serra e a sua equipa produziram um estudo extraordinário deste fenómeno na... more
Prefácio
Como é que lidamos com um mundo em rápida mudança que aparentemente só as nossas vidas? Frequentemente culpamos o
“outro” ou o “estrangeiro”. Carlos Serra e a sua equipa produziram um estudo extraordinário deste fenómeno na província de Nampula, onde pessoas pobres responderam violentamente na
base de uma forte crença de que ricos e poderosos de fora estariam a contaminar a água com cólera numa tentativa de os matar.
A resposta traduziu-se em violência contra os estranhos à terra e seus aliados na comunidade e resistência passiva contra as instituições do Estado.
A reacção a essa violência contemplou também a atribuição de culpas – a Frelimo culpou a Renamo pela campanha de desinformação e os poderosos culparam os pobres pela sua ignorância. Um dos achados chave deste estudo é que a resposta das pessoas à cólera, apesar de errada, foi racional e lógica e não produto de desinformação.
Os leitores deste livro “saberão” que cloro na água ajuda a prevenir o alastrar da cólera e assim “saberão” que a população local estava errada ao acreditar que a aplicação do cloro era
a causa da cólera. Porém, alguma modéstia é aqui pedida ao leitor. Quão diferente é o debate da cólera em Nampula do debate do HIV/SIDA na África do Sul, onde o próprio presidente, um
dos mais respeitados lideres mundiais, questionou a sabedoria e o entendimento de alguns dos mais eminentes cientistas mundiais?
Ou considere o leitor o mundo de economias em desenvolvimento, onde escritores tal como eu acusam o FMI e o Banco Mundial de serem falsos padres apenas representando os interesses dos ricos, enquanto eles, por seu turno, me acusam e a colegas meus de
ignorância e analfabetismo económico.
Este estudo é particularmente bem sucedido pela subtileza no seu conhecimento de como as objeções ao uso do cloro podem ser
cientificamente infundadas, mas reflectem conhecimento político-social bem fundamentado. Em particular, este estudo descobre que a campanha contra a aplicação de cloro na água não foi contra o Estado ou contra a modernização. Foi um protesto contra um Estado que se tinha distanciado do povo e apenas aparecia nas vésperas das eleições e que crescentemente deixou de providenciar de serviços e um melhor nível de vida. Não foi um
protesto contra a modernização, mas contra a inexistência dos frutos da modernidade.
O trabalho realça que o protesto foi frequentemente liderado pela juventude desempregada e sem futuro e cujas acções tiveram o apoio tácito dos mais velhos. Tornouse um protesto contra figuras de autoridade – régulos, oficiais do governo e trabalhadores das
ONG’s, que eram vistos como distantes, arrogantes e, mais decisivo ainda, sem soluções. As motas vermelhas dos extensionistas da SNV, guiadas perigosamente e a alta velocidade através das vilas, tornaramse um forte símbolo de arrogância e distância.
Serra e a sua equipa concluem que os protestos contra o cloro na água revelaram “uma profunda intranquilidade e uma falta de confiança no Estado”.
Este estudo é importante porque escutando a população local sobre o que realmente pensa, demonstra em detalhe o clima de falta de confiança e carência. Os símbolos de carência
transparecem repetidamente nas entrevistas.
Uma série de fenómenos naturais – doenças inexplicáveis em pessoas e plantações, seca e uma pesca escassa – une-se a símbolos de poder maligno vindos de fora: desemprego e fábricas fechadas, motocicletas e carros de ONG’s em geral e os subornos exigidos por pessoal da saúde. A resistência passiva e violenta à aplicação de cloro em abastecimentos de água locais necessita de ser vista como uma tentativa desesperada da população local para reganhar algum poder; como o exercício de um grupo carenciado finalmente tomando uma sição para defender as próprias vidas.
Pessoas entrevistadas neste estudo levantaram questões fundamentais acerca das acções dos que eram um pouco mais ricos e poderosos. Se um enfermeiro ou um funcionário num posto de saúde exigem normalmente um suborno para providenciar um tratamento devido, porque se deveria confiar neles ao dizerem que estão a fornecer cloro de graça? Se uma ONG auxilia apenas alguns grupos selectivos, por que se deveria subitamente
confiar nela para ajudar populações empobrecidas em áreas chave de saúde? Se acções do governo apenas levaram a uma
pobreza em crescimento e perda de empregos, por que confiar nele agora? E se chefes locais e secretários de partidos têm usado as suas ligações com o exterior para recolher impostos e
aumentar o seu próprio poder, por que se deveria confiar neles para ajudar agora?
Esta desconfiança bem assente é demonstrada mais claramente pela resposta à epidemiologia. Oficiais da saúde conduziram reuniões com elites locais para dizer que era provável que a cólera se espalhasse na área e isto foi apoiado por programas de rádio e outra publicidade. Pessoas locais perguntaram: Como
é que estas pessoas na cidade sabem que a cólera está para vir? Claro, só pode ser porque eles a trarão. Elas dirão que não, mas são as mesmas pessoas que nos disseram que votar pela Frelimo nos traria um futuro melhor e que os camponeses seriam ajudados com o fecho da fábrica local de processamento de castanha
de caju.
As ONG’s, pessoal de saúde e chefes locais foram sinceros nas suas tentativas para controlar a cólera, mas as populações locais
estavam também certas ao quererem saber quem estava por trás dessas pessoas e por que é que a sua “ajuda” seria benéfica agora quando o não o tinha sido no passado. À sua maneira, as populações locais provaram ser mais sofisticadas do que muito pessoal do governo e trabalhadores da ajuda, porque elas
contextualizam os temas – perguntam quem está por trás e quem irá ganhar. Elas demonstraram uma compreensão de que os
interesses dos ricos e dos pobres são diferentes e as suas afirmações de desconfiança de que os ricos estariam a “ajudar” os pobres são bem fundamentadas. São afirmações de estarem
simplesmente a criqr uma cobertura para um nova forma de exploração?
Do pessoal do Banco Mundial e dos ministros em Maputo com as suas finas casas e Volvos com motoristas, até ao pessoal de ONG’s locais e trabalhadores de extensão agrícola, a maioria
dos envolvidos em “desenvolvimento” acredita sinceramente naquilo que está a fazer para ajudar os pobres, acredita sinceramente que a sua tarefa é de convencer os pobres a agirem
de modo diferente e acredita sinceramente que deve ser bem recompensada por dedicar as suas vidas a ajudar aqueles que considera ignorantes e retrógrados. Mas no terreno, os
pobres vêem que as únicas pessoas que parecem ganhar são aquelas que vêm para “ajudar”. Os pobres têm toda a razão para
questionar se os padres sinceros, os trabalhadores de saúde e o pessoal das ONG’s enviado para áreas rurais não serão somente
uma tentativa para, através da confiança, explorar melhor os pobres. E estes têm toda a razão para desconfiar dos líderes locais, que se aliam aos novos exploradores estrangeiros. Os
pobres têm a percepção de uma cadeia que remonta à era colonial de pessoas que vieram “civilizá-las”.
Este estudo também aponta para uma contradição fundamental. Como é que “nós”, os ricos e poderosos que lemos e escrevemos
livros, “os” convencemos, aos pobres e fracos, de que pelo menos desta vez estamos realmente a tentar ajudá-“los”. Esta questão é
partilhada tanto por aqueles que realmente querem ajudar refreando a cólera e aqueles que simplesmente querem encontrar novas maneiras para explorar os pobres. É a questão da indústria da publicidade – usamos as mesmas técnicas para explicar às pessoas como viver uma vida mais saudável tal como também
usamos para lhes vender produtos dos quais não necessitam?
É justo perguntar se alguém beneficiou da confusão acerca da cólera. A Frelimo acusou a Renamo de uma campanha de desinformação, no entanto o estudo não encontrou nenhuma
evidência nesse sentido. A Renamo poderá ter obtido algum capital político de curto prazo, sublinhando as fraquezas do serviço de saúde do governo na província de Nampula. Mas a
Renamo não podia oferecer a única coisa que poderia fazer a diferença – autoridade local.
Como a Frelimo, permanece altamente centralizada e é incapaz de oferecer outro modelo de desenvolvimento ou de distribuição
de poder. Na sua campanha eleitoral de 1999 a Frelimo prometeu dar às pessoas um futuro melhor; a Renamo afirma que ela fracassa nisso. Porém, nenhum partido está a oferecer aos pobres o poder de eles próprios construírem o seu melhor futuro. Talvez não o possam; a comunidade internacional está igualmente
relutante em permitir a Moçambique o poder de construir um futuro melhor.
Há quarenta anos, a Frelimo demonstrou que as pessoas podiam ser mobilizadas à volta de uma promessa que daria poder para melhorar as suas próprias vidas. Este estudo mostra que hoje em Nampula, “o poder do povo” não está morto, mas não é construtivo. Num mundo cada vez mais globalizado com riqueza e poder concentrados nas mãos de um grupo reduzido, a maior parte dele, porém, tem cada vez menos poder enquanto se tornam mais frequentes tentativas desesperadas para reganhar pelo menos uma pequena porção de poder local.
Como em Nampula, essas tentativas são avisos de que a desconfiança fundamental demonstrada pelos protestos da cólera apontam para violência espontânea do mesmo tipo em
outras áreas.
Joseph Hanlon
Em 2009 correu em Maputo e Beira o boato e o alarme de que um diabólico nigeriano violava mulheres
Uma hipótese: o comum de nós não analisa o poder político, aceita-o como algo fisicamente natural, como um fenómeno tão natural quanto comer ou respirar. Quando muito pode achar que há excesso ou pequenez de poder ou inscrevê-lo nas... more
Uma hipótese: o comum de nós não analisa o poder político, aceita-o como algo fisicamente natural, como um fenómeno tão natural quanto comer ou respirar. Quando muito pode achar que há excesso ou pequenez de poder ou inscrevê-lo nas categorias de justo e injusto, de bom e mau, mas o poder em si, o puro poder político, esse não o recusa, consente nele, aceita-o quotidianamente, é sagrado. O protesto, quando o há, passivo ou activo, inofensivo ou violento, não é contra o poder político, mas contra a sua gestão.
1 Normar o corpo é bem mais do que discipliná-lo tecnicamente, bem mais do que adestrá-lo pedagogicamente. Na verdade, o corpo é sempre a coluna vertebral de uma coisa mais profunda e tentacular: a normalização política. Tudo o que excede... more
1 Normar o corpo é bem mais do que discipliná-lo tecnicamente, bem mais do que adestrá-lo pedagogicamente. Na verdade, o corpo é sempre a coluna vertebral de uma coisa mais profunda e tentacular: a normalização política. Tudo o que excede os padrões de normalidade cívica de certos círculos é considerado um perigo social e, portanto, político. O desregramento corporal em geral e o desregramento sexual em particular são o foco constante das disciplinas corporais. Seguem-se pequenas notas sobre alguns aspectos dos dois fenómenos.
Aproximam-se os anos eleitorais do país, 2018 e 2019. Eis por que me parece oportuno propor pequenas notas, algumas hipóteses sobre engenharia política, mas sem identificar partidos e pessoas.
Research Interests:
Ontem classificado como criação estratégica do racismo e do apartheid e artífice da destruição e da morte, Dhlakama é hoje glorificado em certos sectores como herói messiânico. Ele próprio gosta de dizer que é o pai da democracia e que... more
Ontem classificado como criação estratégica do racismo e do apartheid e artífice da destruição e da morte, Dhlakama é hoje glorificado em certos sectores como herói messiânico. Ele próprio gosta de dizer que é o pai da democracia e que lutou para libertar o país.
Este texto lança algunas hipóteses sobre como tem sido construída a xenofobia na África do Sul. [infelizmente, não é possível ver o texto sem se fazer o donwload, ignoro por quê]
Num país onde uma parte significativa da população recorre aos chamados "médicos tradicionais", a mentalidade bernardiana é, sempre, um desafio.
Sobre "desmaios" nas escolas, um jornalista do jornal "O País" colocou-me as seguintes perguntas: 1. O que pode estar por detrás deste fenómeno?; 2.. Que leituras podem ser feitas sobre o fenómeno?; 3. Há uma crença colectiva de que os... more
Sobre "desmaios" nas escolas, um jornalista do jornal "O País" colocou-me as seguintes perguntas: 1. O que pode estar por detrás deste fenómeno?; 2.. Que leituras podem ser feitas sobre o fenómeno?; 3. Há uma crença colectiva de que os desmaios são provocados pelos espíritos? Como é que as autoridades podem intervir para resolver o problema? Seguem-se as respostas.
Então, recorrendo à sócio-análise, como avalia o novo executivo? -A sócio-análise é um prisma importante para analisar o elenco de Filipe Nyusi. Porém, tudo ainda é muito recente nos actos da nova governação. O facto de o elenco do... more
Então, recorrendo à sócio-análise, como avalia o novo executivo?
-A sócio-análise é um prisma importante para analisar o elenco de Filipe Nyusi. Porém, tudo ainda é muito recente nos actos da nova governação. O facto de o elenco do Presidente reunir caras antigas (a maioria) e caras novas é insuficiente para uma sócio-análise neste momento, talvez isso se possa fazer daqui a um ano, dois anos, transferindo a análise das “árvores” para a “floresta”, para o sistema, para a sua forma e para o seu conteúdo.
Como avalia o recente processo eleitoral em Moçambique? - Primeiro do que tudo, permita-me dizer duas coisas de precaução. A primeira: não tenho vocação para a prática quer da ciência infusa quer dos exercícios "à nhamessoro", para cada... more
Como avalia o recente processo eleitoral em Moçambique?
- Primeiro do que tudo, permita-me dizer duas coisas de precaução. A primeira: não tenho vocação para a prática quer da ciência infusa quer dos exercícios "à nhamessoro", para cada pergunta que me for feita deverei colocar a ressalva de que não possuo trabalho de pesquisa para me sentir confortável com a resposta. A segunda coisa: por isso, tudo o que se segue pertence rigorosamente ao campo das hipóteses, a um vaivém, a um fio condutor, a uma charneira entre uma reflexão teórica por acabar e uma pesquisa empírica por realizar. E, especialmente, nada do que disser tem a ver com a leitura política, de acento moral, da luta entre o lobo mauzão e os porquinhos inocentes.
Quanto mais conhecermos as causas da violência social, mais capazes seremos de a prevenir.
A propósito da lusofonia
"DIário de um sociólogo" finalista pela segunda vez no concurso "The Bobs".
Research Interests:
"Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19.
"Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19.
"Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19.
"Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19.
"Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19.
"Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19.
"Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19.
"Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19.
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"Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19.
"Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do "Savana" sempre com 148 palavras na página 19.
"Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do semanário "Savana" sempre com 148 palavras na página 19. Edição 1133 de 25/09/2015.
"Fungulamaso" (abre o olho, está atento, expressão em ShiNhúnguè por mim agrupada a partir das palavras "fungula" e "maso") é uma coluna semanal do semanário "Savana" sempre com 148 palavras na página 19. Edição 1132 de 18/09/2015.

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Nota: não figuram ainda aspectos organizativos, aspectos culturais específicos e nomes dos moderadores.
Em 2013 a Universidade Eduardo Mondlane atribuiu o Honoris Causa a Aquino de Bragança. Tive o prazer e a honra de ser um dois intervenientes versando sobre a vida e a obra de Aquino. Acho bem partilhar a minha intervenção convosco.